segunda-feira, 5 de março de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Não para...
E não,
não há nenhum remédio
pra curar
essa dor
que nunca vai parar
não há nenhum remédio
pra curar
essa dor
que nunca vai parar
E não,
não há nenhum relógio
pra fazer voltar
O TEMPO não pára… não para.
não há nenhum relógio
pra fazer voltar
O TEMPO não pára… não para.
(mix - trechos, música Nando
Reis/Cazuza)
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Blá.. blá... blá...
Tarde de domingo, lá fora o céu anunciava um grande temporal. Pouca
coisa para se fazer. Na sala de TV, entretanto,
um vendaval já havia passado. Brinquedos e jogos espalhados pelo chão e
por todos os cantos…De imediato comecei a arrumar e a explicar ao meu filho e
ao seu amigo, para guardarem um brinquedo antes de pegarem outro… coisas de mãe. Depois fui para cozinha fazer
um lanche para os dois. Foi quando escutei: “Minha mãe fala pelos cotovelos…
Pelos dois, ao mesmo tempo, se você deixar . Mas a ciência ainda não comprovou
que matraca sem freio é hereditário..”
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Metade...
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
(...)
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
(Oswaldo Montenegro)
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Sem medo...
Fênix e sua mais nova amiga: a solidão.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Foi...
E assim, sem avisar
A esperança se foi…
E o mar batendo na rocha
É um vulcão que arrebenta minha alma
Nesta fria e descolorida manhã.Fênix, a sem cor...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Dia cinza...
Acordei cedo.. olhei pela janela. Deserto, nuvens negras e…
Não, não podia ficar assim… Corri para buscar tintas e pinceis… o dia estava muito cinza, quase negro, triste... precisava pintá-lo ,rapidamente, urgentemente antes que alguém acordasse…
Fênix, a desiludida do tempo...e da justiça
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